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Estou até envergonhado que, depois de tantos posts brilhantes dos meus colegas de blog, eu, meio que sócio-fundador dessa bagunça, esteja conseguindo só agora escrever algo pra contribuir com o SD.
Não quero nem de longe assumir o papel do romântico inveterado aqui no blog, porém o pessoal que estava presente na gênese dessa loucura toda (quando queríamos um programa de TV ao invés de um blog e quando nosso nome era bem menos poético) deve lembrar que tudo começou a partir de uma discussão sobre relacionamentos amorosos.
Era o ponto de vista masculino posto à prova, frente a uma mesa de “guascas” meio embriagados, recém satisfeitos por um churasco dos melhores. Sem máscaras nem estereótipos, a temática girava em torno da dificuldade que nós homens de bom caráter (será?) tínhamos em encontrar a parceira ideal.
O assunto rendeu tanto que alguns chegaram a ter os ânimos alterados. O caso é o seguinte: um dia depois do bendito dia dos namorados, como ficamos? Será que aquele debate de janeiro serviu de algo? Aprendemos de verdade as lições de nosso novo oráculo, Camille Paglia? E o que acreditam os membros do SD: melhor só ou (bem/mal) acompanhado.
Encerro me colocando no papel daquele que simplesmente bota lenha na fogueira. Me abstenho de tecer maiores opiniões por estar irremediavelmente nos braços de Eros. De repente, se me empolgar com o debate e/ou esbarrar com Baco, quem sabe...
E só pra não deixar o lado musical de fora, só digo uma coisa: Barry White.
Até, crianças! ;)
Não quero nem de longe assumir o papel do romântico inveterado aqui no blog, porém o pessoal que estava presente na gênese dessa loucura toda (quando queríamos um programa de TV ao invés de um blog e quando nosso nome era bem menos poético) deve lembrar que tudo começou a partir de uma discussão sobre relacionamentos amorosos.
Era o ponto de vista masculino posto à prova, frente a uma mesa de “guascas” meio embriagados, recém satisfeitos por um churasco dos melhores. Sem máscaras nem estereótipos, a temática girava em torno da dificuldade que nós homens de bom caráter (será?) tínhamos em encontrar a parceira ideal.
O assunto rendeu tanto que alguns chegaram a ter os ânimos alterados. O caso é o seguinte: um dia depois do bendito dia dos namorados, como ficamos? Será que aquele debate de janeiro serviu de algo? Aprendemos de verdade as lições de nosso novo oráculo, Camille Paglia? E o que acreditam os membros do SD: melhor só ou (bem/mal) acompanhado.
Encerro me colocando no papel daquele que simplesmente bota lenha na fogueira. Me abstenho de tecer maiores opiniões por estar irremediavelmente nos braços de Eros. De repente, se me empolgar com o debate e/ou esbarrar com Baco, quem sabe...
E só pra não deixar o lado musical de fora, só digo uma coisa: Barry White.
Até, crianças! ;)
